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Fiscalizacao Flagra 118 Criancas Em Condicoes Degradantes De Trabalho E Interdita Lixao Em Boa Vista


Fonte: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/fiscalizacao-flagra-118-criancas-em-condicoes-degradantes-de-trabalho-e-interdita-lixao-em-boa-vista.ghtml


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Fiscalização flagra 118 crianças em condições degradantes de trabalho e interdita lixão em Boa Vista | Roraima | G1 G1RoraimaNotícias da sua região Centro Oeste voltar Nordeste voltar Norte voltar Sudeste voltar Sul voltar Fiscalização flagra 118 crianças em condições degradantes de trabalho e interdita lixão em Boa Vista Coordenadora de fiscalização diz que encontrar crianças trabalhando no lixão pode ser considerado o "topo da degradação". Inspeção ocorreu durante seis dias em Boa Vista. Facebook Twitter email facebook googleplus pinterest twitter whatsapp Por Valéria Oliveira, G1 RR 11/10/2017 19h40 Atualizado 11/10/2017 20h23 Lixão de Boa Vista foi consideradoo piro lugar com problemas relacionado ao trabalho infantil (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação) Uma inspeção do Ministério do Trabalho flagrou 118 crianças, com idades de 3 a 17 anos, em condições degradantes de trabalho em feiras públicas, carvoarias, no lixão e ruas de Boa Vista durante fiscalização do Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil. A operação ocorreu de sexta (6) até esta quarta-feira (11). Entre as crianças expostas as 'piores formas de trabalho', termo usado pelo Ministério para tipificar atividades prejudiciais à saúde e segurança das crianças, há várias de origem venezuelana. O número exato não foi informado. No lixão de Boa Vista, segundo Marinalva Dantas, coordenadora do Grupo, foi o local onde meninos e meninas estavam mais sujeitos a condições insalubres. Lá foram encontradas 13 crianças vivendo no meio do lixo e 'disputando comida com urubus'. "O lixão é o topo da degradação. Não existe uma coisa tão horrenda quanto colocar uma criança dentro de um lixo. Ela passa a ser também um lixo, porque ali se confunde tudo. Você olha e uma criança pega uma manga do lixo e come na sua frente. Ela vai pegar um pedaço de carne, passa um urubu e ela fica brigando com o urubu. Isso é coisa de pesadelo", descreveu Marinalva. Devido a situação de risco grave e iminente à saúde e integridade física dos trabalhares, crianças e adolescentes, o lixão foi interditado. A reabertura do local só deve ocorrer após o cumprimento de várias exigências impostas pelos fiscais à empresa contratada pela prefeitura para administrar o local. "O lixão municipal foi interditado por descumprimento das normas de segurança e por manter crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade vivendo literalmente no lixo e do lixo. A empresa foi responsabilizada e vai responder administrativamente", explicou o auditor fiscal Magno Pillon Della Flora. A prefeitura informou em nota que "busca soluções para as demandas levantadas com urgência". (Leia abaixo a íntegra da nota). Entre as medidas a serem adotadas estão o afastamento de crianças e adolescentes e impedir que elas entrem no local, instalar barreiras físicas - como muros, cercas, alambrados - implantar rígido acesso e proibir entrada de pessoas que não sejam funcionárias do lixão. Crianças em ruas e feiras Ao longo dos seis dias de operação, as equipes do Ministério do Trabalho também percorreram ruas e feiras da capital. Em todos os locais, segundo coordenadora do Grupo Especial, Marinalva Dantas, foram registrados trabalho infantil "em condições que lhes tiravam a dignidade". Crianças trabalhando na feira do Produtor, em Boa Vista (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação) Na feira do produtor, no bairro São Vicente, zona Sul da capital, foram encontradas seis crianças trabalhando em situação de risco. Na feira livre do bairro Pintolândia, 48 crianças foram flagradas pelo Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil e outras 40 na feira do Garimpeiro, ambas na zona Oeste da cidade. Mais 10 crianças foram vistas trabalhando na rua e uma na carvoaria. "Foram assustadoras as cenas que vimos aqui. Meninos trabalhando em carvoarias, em situação pior do que a de escravo. Nas feiras livres as crianças fazem de tudo, sempre com material cortante", relatou a coordenadora. Após o trabalho de inspeção, o Grupo Especial vai elaborar um relatório que será enviado a prefeitura de Boa Vista, governo do estado e demais órgãos de fiscalização para que sejam tomadas medidas que mudem o cenário encontrado pelos fiscais. "Precisamos discutir políticas afirmativas para retiradas das crianças do trabalho. As situações que encontramos no lixão, nas feiras populares e nas ruas da capital não podem ser toleradas", ressaltou Marinalva Dantas. Governo diz que 'não compactua com trabalho infantil' Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) informou que a administração da feira foi notificada sobre o possível caso de exposição de crianças em situação de trabalho infantil. "A administração da feira não compactua com nenhuma situação que envolva o trabalho de crianças e adolescentes dentro da Feira do Produtor", diz a nota. Íntegra da nota da Prefeitura A Prefeitura de Boa Vista informa que tomou conhecimento da notificação feita a EMPRESA RESPONSÁVEL pela administração do aterro sanitário e busca soluções para as demandas levantadas com urgência. A Prefeitura informa ainda que os serviços de coleta de lixo domiciliar foram SUSPENSOS por determinação do Ministério do Trabalho até que seja revogada. MAIS DO G1 Eleições chilenasPiñera e Guillier disputam 2º turno presidencial acirrado neste domingo no ChileVotação deve ser equilibrada até o último minuto.há 3 horas Mundo Relógios adiantadosHorário de verão ficará mais curto a partir de 2018Decreto assinado por Temer transferiu o início do período de outubro par
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