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A Forma Como Criancas Olham Para O Mundo


Fonte: http://www.folhadelondrina.com.br/saude/a-forma-como-criancas-olham-para-o-mundo-982519.html


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A forma como crianas olham para o mundo - Folha de Londrina - O Jornal do Paran - Brasil VOLTAR PARA HOME Continue tendo acesso ao contedo da Folha    ou    Cadastre-se pelo Facebook para ter acesso ao melhor contedo do Paran j sou cadastrado   |   j sou assinante Folha VOLTAR PARA HOME 1 5 FOLHA DE LONDRINA Thiago NassifPaulo BriguetOswaldo MilitoLuiz Geraldo MazzaClube do Assinante BUSCAR FALE CONOSCO Quinta-feira, 27 de Julho de 2017 Minha Conta | SairLogin | Assine J PolticaGeralMundoCidadesEconomiaEsporteFolha 2OpinioFolha MaisFolha RuralEspecial Mais + EDITORIASPolticaGeralMundoCidadesEconomiaEsporteFolha 2OpinioFolha MaisEleies 2016ndice de Notcias SEESChargeColunistasIndicadoresTempoHorscopoEdio DigitalGaleria de FotosClassificadosCadernos EspeciaisPromoesLoteriasVdeos SEMANAISFolha GenteCarro & CiaImobiliria & CiaSadeEmpregos & ConcursosFolha CidadaniaNorte PioneiroMercado DigitalFolha RuralEspecialCozinha & Sabor CLASSIFICADOSVrumLugar CertoFolha ClassificadosDiversos MDIAS SOCIAISWhatsappFacebookTwitterGoogle +Instagram SERVIOSComercialArquivoCapa do ImpressoExpedienteFale ConoscoClube do AssinanteAviso LegalPoltica de PrivacidadeTrabalhe ConoscoQuem SomosGuia GastronmicoAssine J! PAINEL DE CONTROLE Login Cadastre-se Assine a Folha Ler depois Atendimento 17/07/2017 A forma como crianas olham para o mundo Estudo aponta que orientao visual social fortemente influenciada por fatores genticos; resultados abrem caminhos para entender o autismo QR Code Enviar por Email Compartilhar Twettar Linkedin Fonte Comunicar erro Ler depois So Paulo - Um novo estudo revela que h um forte componente gentico na maneira como crianas olham para o mundo - em especial na preferncia em focar o olhar nos olhos, no rosto, ou em outros objetos durante a interao com outras pessoas. De acordo com os autores da pesquisa, publicada no dia 12, na revista Nature, e realizada por cientistas de universidades dos Estados Unidos, os resultados do experimento fornecem novos elementos para compreender as causas do autismo. Utilizando uma tecnologia desenvolvida para rastrear o olhar, o estudo mostrou que os movimentos feitos pelos olhos ao buscar informaes no ambiente so fortemente dependentes de fatores genticos em todas as crianas e anmalos em crianas autistas. "Agora que sabemos que a orientao visual social fortemente influenciada por fatores genticos, temos um novo caminho para rastrear os efeitos diretos dos fatores genticos no desenvolvimento social da primeira infncia e de desenhar intervenes que garantam s crianas autistas que elas possam adquirir os estmulos ambientais sociais que elas precisam para crescerem e se desenvolverem normalmente", disse o autor principal do estudo, John Constantino, da Universidade de Washington em St. Louis. De acordo com Constantino, o experimento realizado pelos cientistas mostra um mecanismo especfico pelo qual os genes podem modificar a experincia de vida de uma criana. "Duas crianas na mesma sala, por exemplo, podem ter experincias sociais completamente diferentes se uma delas tem uma tendncia hereditria a focar em objetos, enquanto outra olha para os rostos. Essas diferenas podem se reproduzir repetidamente medida que o crebro se desenvolve no incio da infncia", explicou. No experimento, os cientistas avaliaram 338 crianas com idades de 18 a 24 meses, utilizando uma tecnologia de rastreamento do olhar que identificou precisamente os pontos nos quais os olhos se fixam - e por quanto tempo -, enquanto as crianas assistiam a vdeos que mostravam pessoas falando e interagindo com elas. Fizeram parte do estudo 41 pares de gmeos idnticos, 42 pares de gmeos fraternos - que compartilham apenas 50% do DNA -, 84 crianas sem parentesco entre elas e 88 crianas diagnosticadas com autismo. Cada gmeo foi testado independentemente, em momentos diferentes, sem a presena do irmo. O experimento mostrou que o tempo gasto por cada gmeo - idntico ou fraterno - olhando para o rosto de outra pessoa foi praticamente idntico ao tempo gasto pelo irmo. Mas os gmeos idnticos movimentaram os olhos de forma praticamente igual dos irmos - mudando de foco ao mesmo tempo e nas mesmas direes. Enquanto isso, entre os gmeos fraternos, s 10% dos movimentos coincidiam, o que comprova o forte componente gentico na maneira como as crianas olham o mundo. CONEXO DIRETA Em estudos anteriores, os cientistas j haviam mostrado que, nas crianas autistas, o olhar para objetos prevalece em relao ao olhar para rostos ou olhos. Segundo os autores, o novo estudo estabelece uma conexo direta entre os sintomas comportamentais do autismo e os fatores genticos, o que pode ser um passo importante para desenvolver tratamentos. "A coincidncia a cada momento na durao e na direo das mudanas de olhar entre os gmeos idnticos foi impressionante. Eles praticamente espelhavam o comporta
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